QUEM FOI PESTALOZZI?

 

Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827) foi um pedagogista suíço e educador pioneiro da reforma educacional.

Ele está entre os grandes homens que a humanidade já conheceu. Ficou órfão do pai ainda criança, viveu tempos de miséria e preconceito numa sociedade que separava cruelmente ricos e pobres muito mais do que hoje. Teve apenas a mãe como protetora e companheira de luta. Acreditava em Deus – mas não se dedicava à qualquer religião -, considerava-se um “Cristão”, na maior exatidão do significado da palavra.

Com muito esforço ingressou na universidade e completou os estudos. Tornou-se um pensador. Dedicou-se anos ao estudo da educação infantil, numa época em que não se dava muito valor ao assunto. Transformou a própria casa numa escola. Durante a guerra, protegeu crianças e refugiados.

J. H. Pestalozzi passou a vida pesquisando formas de melhorar o sistema de educação, dedicou-se às crianças carentes e é considerado um dos maiores educadores de todos os tempos. Por estas e tantas outras razões, a vida de Johann Heinrich Pestalozz - o pai da escola popular - se confunde com a história da instituição que leva seu nome, que hoje presta assistência gratuita à milhares de pessoas com deficiência em todo o Brasil.

MÉTODO PESTALOZZI DE ENSINO

 

Pestalozzi afirmava que a função principal do ensino é levar as crianças a desenvolver suas habilidades naturais e inatas.

Segundo ele, o processo educativo deveria englobar três dimensões humanas, identificadas com a cabeça, a mão e o coração. O objetivo final do aprendizado deveria ser uma formação também tripla: intelectual, física e moral. E o método de estudo deveria reduzir-se a seus três elementos mais simples: som, forma e número. Só depois da percepção viria a linguagem. Com os instrumentos adquiridos desse modo, o estudante teria condições de encontrar em si mesmo liberdade e autonomia moral. Como alcançar esse objetivo dependia de uma trajetória íntima, Pestalozzi não acreditava em julgamento externo. Por isso, em suas escolas não havia notas ou provas, castigos ou recompensas, numa época em que chicotear os alunos era comum.

Desse modo, o aprendizado seria, em grande parte, conduzido pelo próprio aluno, com base na experimentação prática e na vivência intelectual, sensorial e emocional do conhecimento. É a idéia do "aprender fazendo", amplamente incorporada pela maioria das escolas pedagógicas posteriores a Pestalozzi. O método deveria partir do conhecido para o novo e do concreto para o abstrato, com ênfase na ação e na percepção dos objetos, mais do que nas palavras. O que importava não era tanto o conteúdo, mas o desenvolvimento das habilidades e dos valores.

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